Porque te vejo, quando fecho os olhos?
Porque me persegues a dormir, quando sonho?
Eu não sou, eu não quero ser, nem estar, porque não estou, porque não sou, 'obsecada' por ti, por nada nem ninguém.
Eu quero descansar... eu mereço descansar a cabeça e o corpo...
Estou exausta hoje.
sexta-feira, 21 de março de 2008
Um Aperto...
Porque te vejo, quando fecho os olhos?
Porque me persegues a dormir, quando sonho?
Eu não sou, eu não quero ser, nem estar, porque não estou, porque não sou, 'obsecada' por ti, por nada nem ninguém.
Eu quero descansar... eu mereço descansar a cabeça e o corpo...
Estou exausta hoje.
quinta-feira, 20 de março de 2008
terça-feira, 18 de março de 2008
Maria
Gosto de saber os "siginos", ou sinais, e nascer constantemente sob novas realidades compostas por significados diferentes, todos os dias. Procuro constantemente perceber o significado de tudo, ainda que, significado nenhum tenha... ( não ser nada já é ser qualquer coisa!)
Este! E este, hm...( pensar que um dia não apreciei o meu nome...), hoje gosto muito, mas assim como o achava feio e não entendia porquê, hoje gosto e também não tem explicação a mudança... Agora sei porque é que sinto que gosto! (e mais!..que eu falo muito de coração na boca..) sinto-me especialmente feliz por ser "Maria", eheh... ;)
Mais Camões, mais Amália, mais Fado...Mais Português
Com que voz chorarei meu triste fado,
que em tão dura paixão me sepultou.
Que mor não seja a dor que me deixou
o tempo, de meu bem desenganado.
Mas chorar não estima neste estado
aonde suspirar nunca aproveitou.
Triste quero viver, poi se mudou
em tisteza a alegria do passado.
Assim a vida passo descontente,
ao som nesta prisão do grilhão duro
que lastima ao pé que a sofre e sente.
De tanto mal, a causa é amor puro,
devido a quem de mim tenho ausente,
por quem a vida e bens dele aventuro.
segunda-feira, 17 de março de 2008
Reunião Interior
É importante conseguir reunir o Céu e a terra dentro de nós, isto é, aprender a viver com o nosso ideal divino, mas ao mesmo tempo nunca perder o sentido da realidade terrena. É este o verdadeiro equilíbrio. Mas como é difícil de realizar isto! O que encontramos mais frequentemente são os idealistas que não sabem sobre o chão que pisam, ou os materialistas completamente ofuscados pelas necessidades da vida terrestre. A superioridade de um ensinamento espiritual é o de poder formar seres que sabem que estão na terra para trabalhar, mas cujo ser interior é inteiramente consagrado para a realização do seu ideal divino. Eles se tornam uma única coisa com este ideal, fundem-se com ele, sem perder o sentido da realidade terrena. Estes são os seres do futuro.
(Omraam Mikhaël Aïvanhov)
domingo, 16 de março de 2008
Azeitão!!
Vou por fotos bonitas aqui..!
quinta-feira, 13 de março de 2008
Estudando "o que se passa"
É motivador ver com os próprios olhinhos, e sentir, o que tenho ainda pela frente... é assustador ao mesmo tempo, parece que não vou ter tempo para aprender tanto...(cá estão os meus pensamentos "pequeninos" ;)
www.saindodamatrix.com.br este é o site.
Já li muita coisa, e praticamente zero daquilo tudo. Estou realmente cansada e preciso deitar-me, ainda que por pouco tempo até voltar à rotina diária...
Enfim, que alívio...! :)
domingo, 2 de março de 2008
sábado, 1 de março de 2008
sábado, 23 de fevereiro de 2008
Dusty Kid... kid kid kid
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Não se Reconquista o Amor com Argumentos
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
Closer to the Sun
Give a little loving, but I still gon need some more, rob it
Stealing from the rich and then give it to the poor
Telling everbody it don't matter anymore, she said
All I really needed was a friend like you
Help me through and together we can change, but
If I was to stay it wasn't for too long
People sing the same song everywhere I'm going
Closer to the sun and farther from the moon
People screaming out they gonna see me real soon, they say...
sábado, 26 de janeiro de 2008
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
Laços, porque os crio assim
Na mesma esfera,
Onde ao menos nos vemos
Porque o fumo passou.
A chuva no chão revela,
Os olhos por trás.
Há que levar o que restou
E o que o tempo queimou.
Tens fios de mais
a prender-te as cordas,
Mas podes vir amanha,
Acreditar no mesmo Deus
Tens riscos demais,
A estragar-te o quadro.
Se queres vir amanha,
Acreditar no mesmo Deus
Devolve-me os laços, meu amor!
Devolve-me os laços..
Andamos em voltas rectas
Na mesma esfera
Mas podes vir amanhã
Se queres vir amanhã
Podes vir amanhã
Tens riscos de mais
A estragar-me a pedra
Mas se vieres sem corpo
À procura de luz
Devolve-me os laços, meu amor!
Meu amor...
sábado, 19 de janeiro de 2008
domingo, 13 de janeiro de 2008
Aceitar. E deixar passar...
Estava só, num deserto.
Avistei uma caravana aproximar-se, cruzando-se no meu caminho. Este era um
comerciante, cheio de coisas vistosas, apeteciveis, excitando o meu lado consumista.
Claro que as primeiras coisas que me mostrou foram as melhores, dos seus segredos, aquelas com que a todos encanta. Contavam-se pelos dedos de uma mão, coisas encantadoras... Estava realmente cheio de bugigangas. Só que... nem todas aparentavam ser de tão má qualidade.Cinco meses...precisou ele para me mostrar tudo o que tinha. Aos poucos, percebi que até as coisas encantadoras, só passavam pela aparência. Que nas minhas mãos oxidaram com o meu suor, quando as peguei para experimentar.Perdi tanto tempo debaixo daquele Sol, desidratei de tanto suor, tanta sede, tanto tempo ali parada...E no fundo, ele sabia que nada me estava a vender. Que nada eu iria comprar. Com tanta coisa má, que bastava eu pedir para ver com as mãos e me aperceberia logo que nada valiam aquelas coisas todas...que nem se quer dinheiro eu possuia... não me ia vender nada.Ele não me estava a vender nada... Então, comerciante? Quem é aquele homem? Um ladrão?? Mas...roubou-me o quê? Meu tempo...meu coração...minha cabeça...meu corpo...meus olhos...minha saúde...minha paciência...e ainda lhe comprei algumas peças que me mostrou no princípio, sem ainda lhes ter pegado, onde me endividei...Ele não me queria vender nada... Porque fui tão enganada?Comerciante...e não me vendeu nada.Ao fim de 5 meses, sabendo ele que nada me iria vender, desistiu e começou a arrumar as coisas de volta na caravana. Com todo o cuidado, fiquei, e perdi mais esse tempo, sabendo que nada lhe iria comprar...ajudando-o a embrulhar aquelas misérias todas de volta, na caravana...Como se nada tivesse passado, ao fim desse tempo, ficamos os dois a olhar um para o outro. Questionando-nos, provavelmente, o que estavamos os dois a fazer durante tanto tempo, fingindo ele que me iria vender e eu que me iria empenhar para comprar aquilo tudo.É difícil, ainda assim, dizer "Adeus"...percebi.Alguém tinha de dar o primeiro passo e regressar ao seu caminho. Aos seus olhos, disseram os meus "Aceito".E deixei-o passar...
sábado, 12 de janeiro de 2008
Ode à incompreensão
não encontrou eco. Por tudo o que,
para ecoar, ficou silencioso, imóvel -
- isso me dói como se ausência a música
não tocada, não ouvida, o ritmo suspenso,
eminente, destinado, isso me dói
dolorosamente, amargamente, na distância
do saber tão claro, da visão tão lúcida,
que para longe afasta o compassado ardor
das vibrações do sangue pelos corpos próximos.
Tão longe, meu amor, te quis da minha imperfeição,
da minha crueldade, desta miséria de ser por intervalos
a imensa altura para que me arrebatas
- meu palpitar de imagem à beira da alegria,
meu reflexo nas águas tranquilas da liberdade imaginada-,
tão longe, que já não meus erros regressassem
como verdade envenenando o dia a dia alheio.
Tão longe, meu amor, tão longe, quem de tão longe alguma vez regressa?! E quem, ó minha imagem, foi contigo? (De mim a ti, a mim, quem de tão longe alguma vez regressa?)"
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
A Instabilidade e Imprevisibilidade do Nosso Comportamento
Apenas nas Crises Atingimos as Nossas Profundezas
Anomalias
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
Ninguém Permanece Satisfeito Com o Que Tem
segunda-feira, 2 de julho de 2007
A Solidão não Constitui Alimento, apenas Jejum
Se não temos aptidão para fazer amigos, remodelemo-nos até consegui-la. A solidão só vale como remédio, como jejum - não constitui alimento; o carácter, como Goethe o viu com tanta clareza, só se forma no tumulto da vida. Se nos tornamos excessivamente introspectivos, estamos na senda da perdição, ainda que o nosso negócio seja a psicologia; olhar com persistência excessiva para dentro de nós mesmos é provocar o desastre do jogador de ténis que conscientemente mede a distância, os ângulos e a força dos golpes, ou como o pianista que pensa nos dedos. Os amigos são necessários, não só porque nos ouvem, como porque se riem para nós; através dos amigos conseguimos um pouco de objectividade, um pouco de modéstia, um pouco de cortesia; com eles também aprendemos as regras da vida, tornando-nos melhores jogadores dos jogos que a compõem. Se queres ser amado, sê modesto; se queres ser admirado, sê orgulhoso; se queres as duas coisas, usa externamente a modéstia e internamente o orgulho. Mas o próprio orgulho pode ser modesto, raramente se deixando ver, e nunca se deixando ouvir.
Não revelar muita agudeza: os epigramas tornam-se odiosos quando farpeiam fundo a carne; e adoptar como lema o De vivis nil nisi bonum. Nunca provar que um homem está errado; ele não o perdoará nunca. O «nada fazer» é uma das coisas mais preciosas do mundo; frequentemente vale muito o nada fazer, e é sempre uma boa coisa o nada dizer. Ninguém deve mostrar-se ansioso de proclamar a verdade. Aceitando as convenções que a sociedade estabelece, gozamos um pouco de liberdade dentro das suas leis; isso nos permitirá tudo, se o fizermos com elegância e não o andarmos a proclamar. Will Durant, in 'Filosofia da Vida'







